Neste episódio do Stable Talks, Caio Barbosa conversa com Arthur Ribeiro, Head de Business Operations na LatAm da Reap, para discutir como a Reap está construindo uma ponte entre a Ásia e a América Latina ao criar infraestrutura de pagamentos baseada em stablecoins.
Arthur compartilha insights sobre como a Reap viabiliza pagamentos cross-border e oferece cartões corporativos colateralizados com stablecoins, trazendo eficiência e agilidade a empresas que operam globalmente. Ele também comenta os desafios regulatórios no Brasil e na região, e como o sistema Swift ainda limita a agilidade das transações internacionais, abrindo espaço para a inovação com stablecoins.
Eles abordam a diferença entre o ecossistema de stablecoins na Ásia e na América Latina, além da importância da conformidade para o crescimento sustentável no mercado cripto regional.
🎧 Ouça o episódio completo abaixo ou continue lendo para os principais destaques da conversa.
Destaques da conversa
1. Infraestrutura que conecta Ásia e América Latina
“Estamos construindo a infraestrutura que permite que empresas latino-americanas façam pagamentos rápidos e eficientes para a Ásia e vice-versa.”
— Arthur Ribeiro
A estratégia da Reap para ser a ponte entre dois mercados-chave
O papel das stablecoins em facilitar pagamentos cross-border
Como construir rails locais para garantir eficiência operacional
2. Cartões corporativos colateralizados em stablecoins
“O diferencial está em permitir que empresas usem stablecoins como colateral, sem precisar converter para moeda fiduciária.”
— Arthur Ribeiro
Funcionamento do cartão corporativo baseado em stablecoins
Benefícios para empresas Web3 e fintechs
A experiência de uso em pagamentos e tesouraria corporativa
3. Ineficiências do sistema Swift e o futuro dos pagamentos internacionais
“O Swift ainda domina, mas é lento, caro e pouco transparente. Stablecoins oferecem uma alternativa mais rápida e confiável.”
— Arthur Ribeiro
Problemas recorrentes do sistema tradicional de pagamentos internacionais
Como stablecoins trazem ganho em velocidade e redução de custos
A visão da Reap para a evolução do mercado cross-border
4. Regulação e compliance: desafios e oportunidades no Brasil e LatAm
“A regulação traz segurança e confiança, mas exige adaptação e muita proximidade com os órgãos reguladores.”
— Arthur Ribeiro
Panorama regulatório no Brasil e comparação com outros países da região
Como a Reap navega em um ambiente regulatório ainda em construção
A expectativa de consolidação e maturidade no mercado de stablecoins
5. O futuro da adoção de stablecoins na América Latina
“LatAm está crescendo muito rápido e temos um ecossistema vibrante, mas ainda em fase de catching-up em relação à Ásia.”
— Arthur Ribeiro
Diferenças entre os ecossistemas asiático e latino-americano
O papel dos bancos, PSPs e fintechs na adoção das stablecoins
Perspectivas para 2025 e além no mercado regional
Stablecoins: a base para o futuro dos pagamentos internacionais
Este episódio evidencia que stablecoins vão muito além de um ativo digital; elas são a espinha dorsal da próxima geração de infraestrutura financeira global. A visão de Arthur mostra que, para conectar mercados emergentes e estabelecidos, é necessário combinar tecnologia, conformidade e parcerias locais — construindo um futuro mais eficiente e integrado.
“Estamos construindo a infraestrutura que vai permitir que LatAm e Ásia se comuniquem financeiramente de forma ágil e segura, e as stablecoins são a chave para isso.”
— Arthur Ribeiro (Reap)
What is Reap and how does it use stablecoins for cross-border payments?
Reap is a fintech building payment infrastructure that bridges Asia and Latin America using stablecoins. The company enables cross-border payments and offers corporate cards collateralized with stablecoins, allowing businesses to transact globally without converting to fiat currency, reducing costs and increasing speed compared to traditional SWIFT-based systems.
How do stablecoin-backed corporate cards work?
Stablecoin-backed corporate cards allow companies to use their stablecoin holdings as collateral for a payment card, enabling them to make purchases and payments globally without needing to convert crypto to fiat first. This approach preserves liquidity, reduces conversion fees, and provides faster settlement times for international business operations.
What are the main differences between the stablecoin ecosystems in Asia and Latin America?
In Asia, the stablecoin ecosystem is more focused on trading and DeFi applications, with markets like Hong Kong and Singapore leading in regulatory clarity. In Latin America, stablecoins are primarily used for remittances, inflation hedging, and cross-border payments. Both regions share a growing demand for faster and cheaper international transactions, but differ in regulatory maturity and dominant use cases.
Why is compliance important for stablecoin adoption in emerging markets?
Compliance is essential for sustainable growth in the stablecoin market because it builds trust with regulators, financial institutions, and users. In emerging markets like Brazil, where regulatory frameworks are still evolving, companies that prioritize compliance can operate more confidently, attract institutional partnerships, and scale their operations while meeting anti-money laundering and consumer protection requirements.






